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terça-feira, 8 de setembro de 2015

Na estação


Decida... 
Qual bagagem quer levar? 
A que está arrumada à sua frente, 
Ou aquela que ficou pra trás 
Espalhada pelo caminho? 

Pense bem... 
Perceba qual não pesa
E a que dificulta seus passos. 

Só não se distraia com a dúvida, 
Com os vendedores de ilusões... 
Ou perderá a viagem. 



Elciana Goedert (Ciça)

Imagem: desconhecida a fonte
(respeite os direitos autorais mantendo os créditos)


Libertação


Metamorfoses...

Emoções 
Sentimentos 
Sensações

Não mais lamentos
Não mais rotina
Reais envolvimentos 
Injeção de adrenalina

Transmutação! 
De ruína a monumento
De teorias à ação 
De ingrediente a alimento

Eis o resultado! 
Chega de ilusão 
Chega de futilidades
Organiza teu coração 
E realiza tuas vontades.

Elciana Goedert (Ciça)

Imagem: desconhecida a fonte
(respeite os direitos autorais mantendo os créditos)

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Constatação


No prazer, 
tudo é uma questão de estímulos sensoriais: 
visão, audição, 
tato, olfato, 
paladar.... 
e imaginação! 

Elciana Goedert (Ciça)

Imagem: Klint
(respeite os direitos autorais mantendo os créditos)

domingo, 6 de setembro de 2015

Barreiras?


Barreiras a vencer,
Ou medos a enfrentar? 
A quem quer convencer? 
Não queira se enganar... 

Se a vontade for real
Encontra-se uma maneira
Mas se a intenção for virtual, 
Persistirá a "cegueira"

Elciana Goedert (Ciça)

Imagem: Deviandart
(respeite os direitos autorais mantendo os créditos)

domingo, 16 de agosto de 2015

Consciência coletiva*


Era um período da nossa história 
Onde vencia quem tinha dinheiro
Ao corrupto toda honra e glória 
Fama e poder ao nobre doleiro

Um período sombrio e escuro
Para todo cidadão brasileiro
Que se via sem fé num futuro 
No "paraíso do politiqueiro"

Corrupção, mentiras, lavagens
Ocorriam em todos os escalões 
Propinas, desvios e viagens 
Noticiavam todas as televisões 

Enquanto o trabalhador suava
Políticos engordavam a conta
Toda uma classe se revoltava
Insatisfação de ponta a ponta. 

Mas do povo ouviu-se o brado
Nas urnas deram seu veredito
Não se viu um político safado
Em todo esse território bendito

Nossa moeda voltou a ser forte
Mataram o monstro da inflação
Fartura se via, do sul ao norte
Progresso era a ordem da nação

Ainda que nos digam ser utopia
Nas mãos do povo está o poder
Que não fique apenas na poesia
Cidadania é de todos um dever. 

Elciana Goedert (Ciça)

Imagem: wphotography.altervista.org
(respeite os direitos autorais mantendo os créditos)
*poesia construída para o projeto Folhetim dos Poetas Malditos

sábado, 15 de agosto de 2015

Confiante


De olhos fechados
e mente aberta, 
mergulho... 
arrisco.... 
dou uma incerta. 
Ouço um barulho... 
Fico alerta. 
Venço o orgulho... 
Espanto o medo... 
Se preciso, espero... 
Dispenso a regra. 
Não sou deste aprisco... 
Ovelha negra, 
sei o que quero. 

Elciana Goedert (Ciça)

Imagem: Pinterest
(respeite os direitos autorais mantendo os créditos)